(ARTIGO DA MÍDIA) TIME - MARINA E SUA FASE DOS DIAMANTES COM A ETERNAL DIAMONDS: THE TRIBUTE

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Mensagem por Admin em Qui Jan 28, 2016 7:21 pm

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WRITTEN BY RICHARD KLAS


Marina and the Diamonds pode ser uma leiga na cena mainstream para alguns, mas para seus fãs mais fervorosos ela continua a mesma garotinha de Gales que sonhava em conquistar o mundo com suas letras megalomaníacas apresentadas logo em seu aclamado disco de estréia, The Family Jewels, lançado no começo de 2010. A cantora foi realmente explodir no cenário pop comercial com seu mais recente disco, o álbum duplo Die Life/Alive Death, que começou com uma medida que poderia dar tudo errado: a regravação de uma música anterior.

Living Dead, anteriormente presente no segundo disco da artista, o conceitual Electra Heart, foi regravada, reproduzida e remasterizada para ser lançada como carro chefe do Die Life/Alive Death. Essa medida poderia dar totalmente errado, mas foi o ponto de partida para o começo da era mais bem-sucedida de 2015 e até agora, em 2016. Estreiando numa posição ótima para uma artista do porte de Diamandis, o famigerado segundo lugar, a gravadora de Marina logo percebeu que o single não teria fôlego para alcançar outras músicas do momento e lançou a segunda música de trabalho um mês depois – Heartcore. Mais comercial e radiofônica, mesmo com o lirismo mais profundo em relação ao carro-chefe, Heartcore logo de cara conquistou o público e foi direto ao topo das paradas mundiais, sendo uma das únicas canções de 2015 a atingir o certificado de Platina.

O resto todos já sabem – alguns meses depois, Marina soltou a bomba Die Life/Alive Death, que debutou no topo dos charts beirando as 800 mil cópias, e sucedeu o lançamento do disco com o terceiro e quarto singles, Home (featuring Lady Gaga) e Inspiration, respectivamente. Enquanto Home atingiu o peak na sexta posição, Inspiration estreiou na décima e subirá com certeza até o top five, tornando o Die Life/Alive Death o primeiro e único disco de 2015 a ter três singles entre os cinco mais vendidos.

Com todo esse sucesso, o que se esperar da primeira turnê mundial realmente grande de Marina, em suporte ao disco? Se você pensou muito dinheiro, ingressos vendidos e popularidade – parabéns, você acertou. Apenas na Leg da América do Norte, Marina já totalmente vendeu doze dos treze shows e faturou 36 milhões de dólares até agora apenas com os shows esgotados, o que dá cerca de 3 milhões de dólares por show. A última turnê feminina incluindo arenas a lucrar tanto quanto a Eternal Diamonds: the Tribute foi a Sticky & Sweet Tour, da Madonna. E caso você imagine preços super em conta, você está totalmente errado. O ingresso mais barato, que inclui apenas a entrada crua e uma pulseirinha, custa 100 dólares – e chega a ser revendido até por 325 dólares em sites secundários nos shows sold out, para apenas refletirmos a procura pelas entradas. Rumores indicam que Diamandis está procurando estádios de até 50.000 lugares na Europa para receber a segunda Leg – e, caso a procura pelos ingressos for tão grande quanto agora, é quase certeza que todas as datas também serão esgotadas.

Marina se transformou de uma cantora Galesa indie à maior estrela pop do momento. É, Marina, aproveite – sua era dos diamantes está aqui. Eternos diamantes.
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