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Mensagem por Lunacy Records em Sex Dez 11, 2015 11:12 pm

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Kimono semelhante ao usado pela cantora no photoshoot azul

    No dia 05/11, CL fez um photoshoot para a V Magazine, além de ter dado uma pequena entrevista sobre o seu debut nos EUA. Enviada para as bancas no dia 11/12, a edição tem informações inéditas sobre a carreira dela, como o conceito de seu EP — na época ainda não confirmado — e o descontentamento com a antiga gravadora.
   
   Com 3 capas disponíveis, a revista explorou CL com base nas três cores primárias — azul, vermelho e amarelo — e no preto: A primeira versão a mostra num kimono preto com a estampa de hortênsias azuis escuras, enquanto a segunda é um close no seu busto enquanto ela usa brincos, uma peruca preta e forte batom vermelho — o "V" característico "prendendo" o seu rosto — e a terceira a mostrando de corpo inteiro novamente, com vários anéis e colares de ouro, que a davam uma impressão do tradicional rapper americano que exibe suas riquezas — com a exceção, claro, vindo dos olhos puxados que denunciavam sua ancestralidade. As fotos que vinham na "sua" sessão também dependiam da capa, já que seguiam o mesmo conceito da mesma, e por isso fãs de várias partes do mundo estavam dispostos a pagar pelas três revistas, apesar de cada uma custar U$7,50 na loja online oficial da revista.
 
  Como dito anteriormente, a entrevista pela cantora foi breve, mas bem informativa. Na época, a cantora não estava na Lunacy Records, mas já havia recebido uma proposta para ir para lá. Isso foi dito durante uma das perguntas favorita dos fãs, que você pode ler abaixo:
[...]

  V: Atualmente, seu debut nos EUA está sob a School Boy Records, mas nós acompanhamos uma série de tweets onde você reclama sobre problemas no estúdio, como falta de permissão para input criativo. Pode nos explicar melhor esse problema?
   
  CL: Assim como a Grimes, ah, eu adoro aquela garota!, não gosto de simplesmente cantar as músicas, por mais que já faça isso há um tempo. Queria a chance para, além de compor meus raps, participar da produção dos meus álbuns, e comentei isso com o meu produtor. Ele não me levou a sério, e perguntou se eu já tinha composto uma das músicas que ele tinha pedido que eu compusesse, o que me deixou bem irritada. Por isso fiz aqueles tweets.
   
   V: Entendo o problema, CL. E, o que fez para resolvê-lo?
   
   CL: Outra gravadora, a Lunacy Records, ofereceu um contrato ao meu empresário lá na Coreia, mas ele preferiu a School Boy por já ser maior que a Lunacy, entende? Então, resolvi tentar entrar nela contatando meu empresário, mas ainda não consegui convencê-lo a deixar eu sair da School, mas eu vou dar um jeito, eu sei que vou.
   
   V: E se essa entrevista sair antes de você dar um jeito?  
   
   CL: Eu posso fazer como Azealia Banks, sabe?
   
   V: Não, não sei.
   
    Ao invés de pedir uma explicação, a entrevistadora — que, dizem, teve uma complicação com Azealia Banks — resolveu perguntar sobre outra coisa:
   
   V: Então, se entrar na Lunacy, quais ideias gostaria de por em prática? Já teve composições rejeitadas pela School Boy?
   
   CL: Primeiramente, eu compraria os direitos dos meus singles, como Hello Bitches, ops, esse ainda não saiu, e Doctor Pepper, e aí os colocaria num EP onde eu tivesse mais participação. Eu tenho duas composições que eu gosto muito, Sushi Roll e Big Mac, mas elas foram rejeitadas pela gravadora.
   
   V: E sobre o que são essas duas? Pode me contar?
   
   CL: Bem, eu posso contar sobre o que é uma delas, mas você vai precisar escolher.
   
   V: Sushi Roll, por favor.
   
   CL: Hm, isso soou como se eu fosse uma garçonete (risos). Sushi Roll é sobre minha impressão de ser uma asiática na América, sobre os estereótipos que os americanos tem sobre nós.
   
   V: Mas você é coreana, e o sushi é japonês, não?
   
   CL: Não é a mesma coisa?
   
   V: Inteligente.
   
   Depois disso, houveram algumas desinteressantes perguntas sobre a vida pessoal de CL, e a entrevista terminou logo depois. CL agradeceu e foi embora, sem nada para ser divulgado naquela época, mas a edição final da revista colocou o link do iTunes do single Hello Bitches próximo da entrevista.
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